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Redação texto e vídeo/
Foto: Reprodução
Estelionatários seguem agindo contra pensionistas, aposentados e correntistas desavisados ou desatentos, que quase sempre ficam sem o apoio necessário das intituições financeiras quando buscam ressarcimento do prejuizo. Foi o que aconteceu, na última quarta-feira (4/2), em São Gonçalo, na Região Metropolitana do Rio, com o aposentado Altair Felix, de 68 anos.
Acreditando estar conversando, através de ligação de áudio num aplicativo gratuito de mensagens, com uma suposta gerente e uma secretária de seu banco – Agibank – acabou sendo lesado em R$ 1,3 mil.
“Disseram que poderiam renegociar os juros de um empréstimo consignado que eu tenho, mas acabei perdendo tudo que tinha para passar o mês. Em seguida, fui bloqueado no WhatsApp (assista ao vídeo). É preciso alertar as pessoas para terem mais cuidado com essas chamadas”, afirmou Altair, assinalando que os golpistas teriam todos os seus dados bancários.
Para liberar a transação, foi dito à vítima que era preciso pagar uma taxa no valor R$ 1,3 mil. Depois da transferência, o boleto em questão se referia a uma cobrança do Mercado Pago. Na delegacia, Altair foi informado que o boleto teria como beneficiário o Banco J. P Morgan S.
SEM APOIO
Altair disse que, ao buscar de informações sobre um possível ressarcimento do prejuízo junto ao banco, não teve o atendimento que esperava. Nos canais do Agibank, disseram para ele que havia retorno, mas até este sábado (7), não houve contato do banco com a vítima.
CUIDADOS
Nesses casos, a orientação do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) é que a vítima registre um boletim de ocorrência.
“Fazer um bo é fundamental, pois é um crime. A vítima pode procurar a delegacia de polícia civil mais próxima ou a delegacia online do seu estado para registrar a ocorrência”, orienta o portal do CNJ.
Para não cair em golpes telefônicos, nunca forneça senhas, códigos SMS, dados pessoais ou faça transferências, mesmo que pareça ser seu banco.
Desconfie de pressa e ameaças, desligue imediatamente e retorne por canais oficiais. Use apps de bloqueio, ative proteções contra spam no celular e cadastre-se no Não Me Perturbe.
Aqui estão as principais estratégias divididas por ação:
Comportamento Durante a Ligação.
Jamais confirme dados: Bancos e empresas sérias não pedem senhas, PINs ou códigos de verificação por telefone.
Desconfie da urgência: Golpistas criam pânico (falso sequestro, compra falsa, conta bloqueada) para você agir sem pensar.
Faça perguntas: Peça credenciais, nome do atendente e desligue.
Retorne por conta própria: Se desconfiar, desligue e ligue você para o número oficial atrás do seu cartão ou site oficial.
Cuidado com saudações genéricas: Ligações reais costumam usar seu nome real, não saudações vagas.
Procurado através de sua assessoria de imprensa, o Agibank não respondeu até a publicação desta reportagem.
Fale com a reportagem da Rádio Censura Livre: WhatsApp (21) 9 6553-8908