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Texto e fotos: Divulgação*
Entrevista à emissora de rádio, panfletagem em universidade e conversa com eleitores da Baixada Fluminense. Estas foram as agendas dos candidatos da esquerda ao Palácio Guanabara, respectivamente, William Siri (PSOL), Juliete Pantoja (UP) e Cyro Garcia (PSTU), nesta quinta-feira (03).
William Siri (foto) participou de uma sabatina na rádio BandNews. Na entrevista, conduzida pelos jornalistas Carlos Andreazza e Christiano Pinho, o candidato disse que vai retomar os territórios caso eleito e destacou a necessidade de investimentos para fiscalização no ar, na terra e pelo mar.
“Vamos criar um grupamento marítimo da Polícia Militar. A gente sabe que entram armas, munições e drogas pelas Baías de Guanabara e de Sepetiba. Então, precisamos reestruturar as polícias para acabar com esse fluxo de entrada e asfixiar o crime organizado”, afirmou.
Nesta sexta-feira (4), Siri participa de panfletagem na Central do Brasil, Centro da capipal, grava para o programa eleitoral e faz corpo a corpo no caldação de Campo Grande, Zona Oeste carioca.
Também nesta quinta, Juliete Pantoja (foto) esteve em panfletagem próximo à PUC Rio, Zona Sul carioca, onde conversou com estudantes e apoiadores. Na atividade, ela reafirmou a proposta da UP de confiscar todos os bens de políticos e empresários condenados por corrupção e a destinação dos recursos às áreas sociais.
Na agenda desta sexta, a candidata participa de gravações e acompanha o velório de um militante da UP que faleceu esta semana. Em solidariedade à família do camarada e aos militantes do partido, a campanha de rua da candidata estará suspensa.
Já o candidato Cyro Garcia (foto) fez campanha na tarde desta quinta no calçadão de Belford Roxo, na Baixada Fluminense. Se eleito, Cyro disse que implantará a tarifa zero nos transpostes públicos.
“O transporte público é um dos principais desafios para quem mora na Baixada e trabalha na capital”, disse.
Cyro defende que a administração do Palácio Guanabara assuma o controle da operação do serviço ferroviário. De acordo com o candidato, as decisões sobre o transporte seriam tomadas por conselhos populares deliberativos, formados por funcionários dos trens e representantes eleitos nas comunidades. A proposta também seria aplicada ao metrô e às barcas.
*Com informações do G1